Trilha de Metodologias Ágeis: Parte 5 – Extreme Programming

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Olá pessoal, Tudo bem? Bora continuar nossa trilha de Metodologias Ágeis? E nosso tema hoje será sobre XP – Extreme Programming.

Essa metodologia é voltada exclusivamente no desenvolvimento de software, e foi desenvolvida para criar um produto com a maior qualidade possível, e aumentar a vida do time de desenvolvimento. Para a utilização dele é necessário seguir seus 5 valores.

Comunicação: Reuniões presenciais com o time de desenvolvimento onde todos transferem conhecimentos uns aos outros. 

Simplicidade: Seja simples em tudo que faz, só assim é possível garantir a eficiência.

Feedback: Receber um retorno do cliente ajuda a equipe a saber o que precisa ou não melhorar.

Coragem: Depois de aceitar feedbacks, comunique problemas.

Respeito: Necessário entre todos os membros do time.

Mudança: Item importante para a equipe conseguir realizar mudanças quando solicitadas. Saber lhe dar com a solicitação e informar se é possível ou não.

Como funciona

Igual ao Scrum e o Kanban, seu objetivo é realizar ciclos de entregas rápidas, contínuas e incrementais. O software ou qualquer projeto deve ter reuniões semanais entre o cliente e a equipe, e deve funcionar da seguinte forma:

                Jogo de Planejamento:  Equipe se encontra com cliente e alinha as funcionalidades prioritárias, e deixar claro a todos as expectativas. Reunião deve acontecer semanalmente, e é chamado de jogo de planejamento.

                Cliente sempre disponível: Ele deve sempre estar disposto a ajudar e tirar dúvidas quando necessário.

                Pequenos lançamentos ou entregas curtas: Sempre no final da semana uma parte do projeto deve ser entregue, uma pequena parte para que possa ser usada e testada.

                Metáfora: Simplifique a compreensão para o cliente. Assim é possível facilitar a comunicação.

                Design Simples: Códigos simples, quanto mais simples for melhor.

                Teste de usuários: Aqui o cliente testa o que está sendo entregue.

                Ritmo sustentável: Não defina um projeto de 50 horas para o funcionário, sendo que ele trabalha 40 horas na semana. Ciclos de tempo bem definidos ajudam muito a equipe.

Propriedade coletiva: Todos da equipe devem ter acesso a tudo do projeto. Nada de uma parte apenas o gestor tem acesso. Isso facilita muito o desenvolvimento total do projeto.  

Programação pareada: Compartilhe o código com membros da equipe. O ideal é pelo menos dois desenvolverem juntos.

               Desenvolvimento orientado a testes: Crie testes unitários primeiro, só depois desenvolva o código

               Integração continua: As funcionalidades criadas devem ser compatíveis com o software que já está em uso. Nada de criar um código incompatível.

Um ponto muito importante depois dessa leitura, é lembrar que metodologias ágeis são adaptáveis, e não é porque está escrito como prática ou valor, que você deva segui-la exatamente como descrito, ou que não pode adaptar do seu jeito. O intuito das metodologias são ajudar nos processos, e não complica-los. Então adapte do seu jeito.!

Esse post foi bem mais curto que os outros, mas espero que tenha agregado valor as suas metodologias. Espero vocês para o ultimo post da trilha.

Sobre Bianca Dezorzi 25 Artigos
Formada em Gestão de T.I, apaixonada por cães e sempre aprendendo. Atualmente trabalho como Customer Success Manager e coordeno uma poderosa central de serviços

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